AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE FORRAGEIRAS EM ÁREA DE SEQUEIRO APÓS O CONSÓRCIO DE MILHO COM E SEM INOCULAÇÃO DE AZOSPIRILLUM BRASILENSE

Autores

  • Letícia Nayara Fuzaro RODRIGUES
  • Allan Hisashi NAKAO

Palavras-chave:

Forrageiras, Associação, Produtividade

Resumo

INTRODUÇÃO: A constante utilização dos solos na região do Cerrado, voltado principalmente a produção agropecuária, trouxe para a atualidade problemas relacionados a degradação e como consequência uma baixa produtividade das culturas (Costa et al, 2015). A adoção de sistemas que visam contribuir para a conservação das áreas degradadas, agrega no solo melhorias das propriedades físicas, químicas e biológicas, isso porque as novas práticas como o uso das palhadas sobre a superfície do solo, onde os microorganismos se encontram na matéria orgânica, liberando os compostos e auxiliando na absorção de nutrientes via sistema radicular (Franzluebbers, 2002). OBJETIVO: Este trabalho foi conduzido objetivando avaliar os componentes de produtividade da matéria seca dos capins para a simulação de pastejo. METODOLOGIA: O estudo fui conduzido na estação experimental do NEPE, pertencente ao Centro Universitário - UNIFUNEC, localizado no município de Santa Fé do Sul - SP. O delineamento adotado foi o inteiramente atualizado, em esquema fatorial 4 x 2, com quatro repetições, constituído por quatro variedades de forrageiras (Urochloa brizantha cv. Marandu, Urochloa brizantha cv. MG-13 Braúna, Megathyrsusmaximum cv. Mombaça e Megathyrsusmaximum cv. Tanzânia), com e sem inoculação de Azospirillum brasilense. A cada dois meses foram coletadas amostras dos capins para a determinação da produtividade da matéria seca. Os dados foram submetidos à ANOVA pelo teste de F, com médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.  RESULTADO: A associação das bactérias diazotróficas com as raízes das forrageiras proporcionam desempenhos significativos na massa fresca e seca dos cultivares trabalhados, mesmo em períodos de baixa disponibilidade hídrica. CONCLUSÃO: O uso de Azospirillum brasilense proporciona incrementos na parte aérea das espécies forrageiras, mostrando ótimos resultados.

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Publicado

2019-12-11

Como Citar

RODRIGUES, L. N. F. ., & NAKAO, A. H. . (2019). AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE FORRAGEIRAS EM ÁREA DE SEQUEIRO APÓS O CONSÓRCIO DE MILHO COM E SEM INOCULAÇÃO DE AZOSPIRILLUM BRASILENSE. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 10(10). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/4328