REABILITAÇÃO DO PACIENTE COM FISSURA LÁBIO PALATINA: RECONSTRUÇÃO DO REBORDO ALVEOLAR COM ENXERTO ÓSSEO SECUNDÁRIO

Autores

  • Rayra Alves de FREITAS CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTA FÉ DO SUL - UNIFUNEC
  • Tatyana Oliveira Assis e LIMA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTA FÉ DO SUL - UNIFUNEC
  • Giovanna Oliveira ARAÚJO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTA FÉ DO SUL - UNIFUNEC
  • Leticia Bavelloni DAMINE CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTA FÉ DO SUL - UNIFUNEC
  • Eduardo Francisco de Souza FACO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTA FÉ DO SUL - UNIFUNEC

Palavras-chave:

Reabilitação, Fissura, Enxerto, Dentição, Palato

Resumo

INTRODUÇÃO: Fissuras labiopalatinas são malformações que se estabelecem no ser humano ainda no período embrionário e ocorrem com uma prevalência média entre 1 e 2 indivíduos brancos para cada mil nascimentos. No Brasil, admite-se que a incidência de fissuras labiopalatinas oscile em torno de 1:650. Essas malformações são estabelecidas precocemente na vida intrauterina, mais precisamente no período embrionário e no início do período fetal. A descontinuidade do rebordo alveolar é restaurada pelo preenchimento total do defeito alveolar congênito por osso medular ou esponjoso autógeno, retirado da crista ilíaca. É considerado primário quando realizado na primeira infância, acompanhando as cirurgias plásticas primárias. Quando realizado mais tarde, ao final da dentição mista, recebe a denominação de enxerto ósseo alveolar secundário. As fissuras labiopalatinas são caracterizadas pela apresentação de espaçamento anormal no palato, alvéolo ou lábio, atingindo estruturas faciais, como nariz, gengiva e dentes. A criança portadora de fissuras labiopalatinas pode apresentar, durante o seu desenvolvimento, uma variedade de problemas que requerem a atuação de diversos profissionais. Dentre esses problemas, são comuns os relacionados à fala e à audição, além de problemas odontológicos, estéticos e emocionais. OBJETIVO: Mostrar o tratamento de pacientes com fissuras palatinas, salientando o trabalho do cirurgião dentista. METODOLOGIA: Revisão de literatura com artigos relevantes e atuais em base de dados sobre o tema abordado. RESULTADO: O enxerto ósseo alveolar secundário é um protocolo de tratamento que promove a estabilidade dos seguimentos maxilares, possibilitando a movimentação ortodôntica e a sequência do tratamento reabilitador. CONCLUSÃO: O enxerto ósseo alveolar secundário, desde que esteja fazendo parte de um protocolo de tratamento multidisciplinar, contribui de maneira eficaz no processo de reabilitação dos pacientes, pois permite o preenchimento do defeito ósseo residual causado pela fissura, permitindo a erupção dentária nessa região 

permitindo a erupção dentária nessa região, bem como um tratamento ortodôntico mais propício.

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Publicado

2019-12-11

Como Citar

FREITAS, R. A. de ., LIMA, T. O. A. e ., ARAÚJO, G. O. ., DAMINE, L. B. ., & FACO, E. F. de S. . (2019). REABILITAÇÃO DO PACIENTE COM FISSURA LÁBIO PALATINA: RECONSTRUÇÃO DO REBORDO ALVEOLAR COM ENXERTO ÓSSEO SECUNDÁRIO. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 10(10). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/4479

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS