INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA NAS INTERCORRÊNCIAS PUERPERAIS
Palavras-chave:
Puerpério, Maternidade, Pós-parto, Depressão, PsicologiaResumo
INTRODUÇÃO: Muitas mulheres sonham em engravidar e criam muitas expectativas quanto a essa fase, até mesmo a crença popular é de que a maternidade é um período de muitas alegrias para as mulheres. E por muito tempo acreditou-se que, nesta fase, a mulher era imune a qualquer transtorno psicológico, embora pesquisas recentes apontem riscos psicológicos neste momento. OBJETIVO: O objetivo desta pesquisa é apontar os fatores de riscos psicológicos nas mulheres no período gestacional e puerperal, elucidar as transformações físicas e psicológicas e apontar os aspectos positivos do pré-natal psicológico. METODOLOGIA: Optou-se por uma pesquisa de revisão de literatura integrativa, utilizando o banco de dados da Scielo, BVS e PEPSIC para a seleção dos artigos, no período de 2000 a 2019. RESULTADO: Portanto, com base na literatura inerente a psicologia da saúde, foi possível identificar alguns aspectos psicológicos expressos por gestante e puerperais, dentre os transtornos psicológicos destacaram-se a disforia puerperal mais conhecido como baby blues, que surgem entre o terceiro ao quinto dia após o parto e geralmente somem com o passar dos dias. Também pode ocorrer a depressão pós parto, iniciados geralmente entre a quarta e a oitava semana pós parto e atinge uma grande porcentagem das mulheres e a terceira é a psicose pós-parto, é considerada a mais grave dentre as três e seus sintomas aparecem entre os primeiros dias ou até duas semanas após o nascimento do bebê. CONCLUSÃO: Desta forma, as pesquisas sugerem que o pré-natal psicológico (PNP) associado a fatores de proteção presentes na história das mulheres gravidas podem ajudar a prevenir a depressão pós-parto (DPP).
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