ANÁLISE PRELIMINAR DA TAXA DE MORTALIDADE DAS PRINCIPAIS DOENÇAS DO MUNICÍPIO DE SANTA FÉ DO SUL- SP, FRENTE A PANDEMIA SARS-COV-2.
Palavras-chave:
SARS-CoV-2, Mortalidade, PatologiasResumo
INTRODUÇÃO: O presente artigo tem por finalidade avaliar bioestatisticamente os dois primeiros trimestres de 2010 a 2020 as variáveis nos índices de mortalidade nas doenças do aparelho circulatório, respiratório e neoplasias, confrontando com as infecções confirmadas de SARS-CoV-2 e os impactos no município de Santa Fé do Sul- SP. Sendo 2020 o ano comparativo dos índices de mortalidade dos impactos relativo ao vírus. OBJETIVO: Analisar os índices de mortalidade das doenças do aparelho circulatório, respiratório e neoplasias em um período de dez anos, buscando os relativos impactos e comparações, seguidos pela influência do vírus SARS-CoV-2. METODOLOGIA: Examinaram-se dados da Vigilância Epidemiológica, dentre 2010 a 2020, onde se trata de um estudo observacional descritivo estatístico, baseado na confrontação numérica de mortalidade, dentre as três diferentes patologias, no primeiro e segundo trimestre de cada respectivo período, confrontando especificamente com o ano de 2020. Utilizaram-se cálculos de taxa de mortalidade, a relação entre o número de óbitos no período dos dois trimestres e o número de habitantes, sendo o resultado expresso em porcentagem. RESULTADO: Dentre os estudos, aponta-se que a taxa de mortalidade no Brasil do SARS-CoV-2, é de 76,26 para cada cem mil habitantes. O apontamento médio da pesquisa no município, nos dois primeiros trimestres, as taxas de mortalidade dentre os óbitos relativos a neoplasias, entre 2010 e 2019, foi de 0,07%, o aparelho circulatório 0,11% e respiratório correspondendo a 0,07%. Nos dados obtidos relativos ao primeiro trimestre, não se observou óbitos de SARS-CoV-2, enquanto no segundo trimestre destaca-se quatro óbitos e dentre todo esse período, apresentaram oitenta e três casos positivos. CONCLUSÃO: Usando os dados de 2020 como ano de comparação relativo ao SARS-CoV-2 em relação as três patologias citadas e confrontando com o período de 2010 a 2019, não se observou impacto significativo sobre o aumento percentual de mortalidade, nesta primeira parte da pesquisa.
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