INFLUÊNCIAS EMPÍRICAS NO CUIDADO ÍNTIMO DA SAÚDE DA MULHER NA FASE REPRODUTIVA: RISCOS E CONSEQUÊNCIAS

Autores

  • Bruna Beatriz SOUZA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Maria Eduarda da Silva de OLIVEIRA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Jussara Britto Batista GONÇALVES Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

Palavras-chave:

Produtos de higiene feminina, Saúde feminina, Vaginose bacteriana

Resumo

INTRODUÇÃO: O autocuidado diário relacionado à genitália feminina, ainda nos dias de hoje, é tratada como tabu e o assunto pode trazer constrangimento entre as mulheres, isso faz com que as dúvidas dificilmente sejam esclarecidas criando assim costumes e hábitos prejudiciais à saúde. Práticas empíricas podem causar desequilíbrio na flora vaginal abrindo margem ao surgimento de infecções como as vaginoses. OBJETIVO: Descrever os fatores empíricos que influenciam no autocuidado da saúde íntima da mulher. METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa descritiva de revisão sistemática da literatura. A busca foi feita nas bases de dados Medline, Lilacs, BDENF, IBECS e Scielo, a amostra foi composta de artigos publicados no período de 2010 a 2020, após a análise seletiva foram encontrados apenas quatro artigos que respondiam aos objetivos do estudo.  RESULTADO: Foi possível identificar dois pontos relevantes: Conhecimento insuficiente sobre o autocuidado íntimo e Influências empíricas sobre o autocuidado íntimo. Quanto ao primeiro ponto, os estudos apontam que vários comportamentos de saúde, como o uso de antibióticos, atividade sexual e intervenções comportamentais, podem influenciar na alteração da flora vaginal. Por uma questão anatômica, sociocultural, econômica e sexual, o bem estar do genital feminino tem sido negligenciado. O segundo ponto revela influências sociais como uso de piercings que provavelmente dificultam a limpeza e remoção de sujidades da genitália. Práticas comportamentais de higiene e saúde vaginal/genital, incluindo o uso de produtos manufaturados comercialmente e produtos e práticas caseiras e naturopáticas foram apontadas.  CONCLUSÃO: O estudo revelou que influências empíricas tendem a moldar diretamente hábitos de higiene íntima entre as mulheres e, consequentemente podem trazer prejuízos à saúde. Fica evidente, por tanto a necessidade de estratégias capazes de atingir efetivamente a saúde integral da mulher no período reprodutivo.

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Publicado

2020-10-08

Como Citar

SOUZA, B. B., OLIVEIRA, M. E. da S. de ., & GONÇALVES, J. B. B. . (2020). INFLUÊNCIAS EMPÍRICAS NO CUIDADO ÍNTIMO DA SAÚDE DA MULHER NA FASE REPRODUTIVA: RISCOS E CONSEQUÊNCIAS. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 11(11). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/5006

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS