ASPECTOS ANATÔMICOS E CIRÚRGICOS DA HÉRNIA INGUINAL

Autores

  • Kamilla More da SILVA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Leticia Satie Lopes ONUKI Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Luana Macedo SEVERINO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Maria Eduarda Morais de Oliveira MAIA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Rosana Silva MARTINS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Filinto Gonçalves de AGUIAR JÚNIOR Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Vinícius Eiji NAKAE Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

Palavras-chave:

Hérnia inguinal, Técnicas cirúrgicas

Resumo

Introdução: As tumorações que acometem a região inguinal causam desconforto ao paciente, gerando impactos negativos na qualidade de vida. Diante disso, um dos diagnósticos diferenciais são as hérnias inguinais, que ocorrem devido à ruptura de determinadas estruturas anatômicas e consequente passagem parcial ou total, através de um orifício patológico ou tornado patológico, de um local normal para um anormal. Esses defeitos envolvem a parede abdominal, ocorrendo somente em locais onde a aponeurose e a fáscia não são cobertos por músculos estriados, que incluem as áreas inguinais, femoral, umbilical, linha alba, porção inferior da linha semilunar e locais de incisão anterior. Logo, o objetivo da correção cirúrgica dessas tumorações é a mínima recidiva, mínima complicação operatória e o retorno mais rápido do paciente às atividades habituais. Objetivo: O estudo objetivou informar e revisar os principais aspectos envolvidos na anatomia e correção cirúrgica da hérnia inguinal. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática qualitativa, em que será realizado uma busca na base de dados NLM, Pubmed, Scielo e Lilacs para análise de literatura. Resultados: Com base no aprofundamento das correções operatórias na região inguinal, utilizando técnicas sobre tensão e livres de tensão, pode-se concluir que as técnicas livres de tensão apresentam melhor resultado estético/funcional, permitindo o menor número de recidivas e menos complicação operatória. Conclusão: A utilização de técnica livre de tensão ou sob tensão no tratamento de hérnias inguinais prioriza a reestruturação devolvendo a funcionalidade, o aspecto e a estética da região inguinal. Sendo técnicas indicadas em coberturas anatômicas não somente da região inguinal, mais também de outras regiões do corpo humano, com resultados satisfatórios quanto à evolução da correção cirúrgica das hérnias da parede abdominal. Dito isto, o conhecimento das estruturas anatômicas da região inguinal é fundamental para um melhor prognóstico na conduta a ser adotada em cada caso.

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Publicado

2024-03-15

Como Citar

SILVA, K. M. da, ONUKI, L. S. L., SEVERINO, L. M., MAIA, M. E. M. de O., MARTINS, R. S., AGUIAR JÚNIOR, F. G. de, & NAKAE, V. E. (2024). ASPECTOS ANATÔMICOS E CIRÚRGICOS DA HÉRNIA INGUINAL. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 14(14). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/6099

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS