ADESÃO EM DENTINA ESCLEROSADA: REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Jully Anna Cardoso CORREA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Gabriele Oliveira AMARAL Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Rafaela Drigo PIMENTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Marjorie de Oliveira GALLINARI Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

Palavras-chave:

Dentina esclerótica, Adesão, Sistema adesivo

Resumo

Introdução:Vários estudos indicam que as forças de adesão da resina à dentina cervical esclerótica não cariosa são inferiores às das ligações feitas à dentina normal. Acredita-se que isso se deve à obliteração dos túbulos por sais minerais, impedindo a formação de marcas de resina. Apesar de muitos dentistas lidarem apenas com tratamento onde a dentina está saudável, uma variedade de substratos patológicos de dentina são encontrados na prática clínica, que incluem dentina cariada e esclerótica. É surpreendente que o nosso conhecimento atual sobre a variabilidade dos substratos de adesão clínica seja tão limitado em comparação com o progresso alcançado na tecnologia adesiva Objetivo: O objetivo desta revisão foi realizar uma busca literária de artigos que abrangem diferentes abordagens para a adesão do sistema adesivo à dentina esclerótica, a fim de determinar a técnica adesiva mais eficaz nessas situações. Metodologia: Realizou-se uma busca literaria em bases de dados eletrônicas no Google acadêmico e Pubmed, nos idiomas inglês e portugues sem limite de anos utilizando termos de pesquisa relevantes, como "adesão em dentina esclerosada," "técnicas adesivas em dentina esclerosada," e "tratamento de dentina esclerosada." Resultados: Várias estratégias foram sugeridas, incluindo pré-tratamento com ácido fosfórico, rugosidade da superfície, aumento dos tempos de aplicação de sistemas adesivos e pré-condicionamento com EDTA. A remoção da camada superior da lesão esclerótica e o condicionamento com ácido fosfórico antes do uso de primers são abordagens recomendadas. A adesão à dentina esclerótica é desafiadora devido à sua resistência ao condicionamento ácido e à complexidade do substrato devido à hipermineralização e envelhecimento da dentina. Conclusão: Técnicas tradicionais de aderência não são eficazes neste tipo de dentina. O uso de EDTA seguido por um sistema de autocondicionamento demonstra resultados promissores, enquanto as abordagens de asperização e extensão do tratamento ácido têm resultados inconclusivos.

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Publicado

2024-03-15

Como Citar

CORREA, J. A. C., AMARAL, G. O., PIMENTA, R. D., & GALLINARI, M. de O. (2024). ADESÃO EM DENTINA ESCLEROSADA: REVISÃO DE LITERATURA. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 14(14). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/6135

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS