FAKE NEWS ACERCA DAS CAUSAS DA OBESIDADE INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE E A SUA ROMANTIZAÇÃO
Palavras-chave:
fake news, obesidade infantil, contemporaneidade, romantização, sedentarismoResumo
Introdução: A obesidade infantil tem se tornado um problema crescente de saúde pública, muitas vezes alimentado por fake news e pela romantização do excesso de peso infantil como um sinal de saúde. Essa visão equivocada reforça estigmas que prejudicam a conscientização sobre os riscos reais da obesidade em crianças. Assim, torna-se necessário explorar e desmistificar essas concepções errôneas. Objetivo: Investigar a romantização e as fake news sobre a obesidade infantil, além de identificar suas principais causas e consequências para a saúde. A pesquisa também buscou compreender o impacto dessas informações distorcidas na percepção social e nos comportamentos relacionados à obesidade infantil. Metodologia: Utilizou-se uma pesquisa descritiva, sendo proposto a revisão integrativa da literatura, com pesquisa no banco de dados eletrônicos da BVS (Biblioteca Virtual em Saúde). Foram encontrados 512 artigos sobre a temática, em seguida, selecionou-se seis artigos que atendiam aos critérios de inclusão e estavam disponíveis em texto completo, compondo a base teórica da pesquisa. Resultados: A romantização da obesidade infantil é sustentada pela falsa crença de que crianças gordas são saudáveis. Essa visão contribui para a perpetuação de hábitos prejudiciais à saúde, como a má alimentação e o sedentarismo, além de aumentar os riscos de doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos. A revisão também mostrou que o estilo de vida moderno, com pouco tempo para atividade física e muita exposição às redes sociais, agrava essa condição. Conclusão: A hipótese de que a romantização contribui para o aumento da obesidade infantil foi confirmada. O combate a essa condição requer a promoção de hábitos saudáveis, redução do tempo de tela e maior conscientização sobre os riscos associados à obesidade.
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