GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE TOMATE EM DIFERENTES SUBSTRATOS
Palavras-chave:
tomate Santa Cruz, hortaliças, formação de mudas, sementesResumo
Introdução: O preparo das mudas é uma importante etapa do sistema de produção de tomate, pois as condições iniciais da planta podem afetar a produção final. O substrato desempenha um papel crucial no fornecimento de nutrientes, na retenção de água e na aeração, fatores essenciais para o crescimento saudável do tomateiro. Objetivo: Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo avaliar a germinação e formação de mudas de Tomate Santa Cruz em diferentes substratos. Metodologia: O estudo foi realizado em casa de vegetação na cidade de Santa Fé do Sul – SP, com início no mês de junho de 2024. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições, onde cada repetição corresponde a 20 plantas. Foram utilizadas quatro bandejas de poliestireno, cujas células foram preenchidas com os seguintes tratamentos: T1: Substrato Carolina; T2: Vermiculita; T3: Terra vegetal; T4: Fibra de coco em pó; e T5: Areia. Para avaliar a influência dos substratos na germinação foram analisados a porcentagem de germinação e o Índice de Velocidade de Emergência (IVE) aos 25 dias após a semeadura e os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Scott- Knott a 5% de probabilidade. Resultados: Em relação à porcentagem de germinação, T4 apresentou 68,75% de emergência; T1 com 63,75%; e T3 com 62,5%; sendo esses três tratamentos diferentes estatisticamente dos T5 e T2 com 41,25% e 30% de emergência respectivamente. T1, T3 e T4 tamém apresentaram os melhores IVE, com 2,26; 2,49 e 2,56 respectivamente. Conclusão: Os substratos Carolina, Terra Vegetal e Fibra de Coco em Pó mostraram-se as melhores opções para a produção de mudas de tomateiro em bandejas de poliestireno.
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