MASTITE EM VACAS DE LEITE EM UMA PROPRIEDADE LOCALIZADA EM APARECIDA DO TABOADO-MS

Autores

  • Rayander Alves da Silva MARTINS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Winicius Leite dos Santos SILVA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Vanessa Veronese ORTUNHO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

Palavras-chave:

clínica, subclínica, práticas de manejo, desempenho produtivo

Resumo

Introdução: Sabe-se que existe relação entre a incidência de mastite com a falta de higiene na produção leiteira. Explorar essa relação é crucial para desenvolver estratégias eficazes de prevenção e controle da mastite, contribuindo para a sustentabilidade e o sucesso econômico do produtor, ao entender como esses dois aspectos se relacionam, o produtor pode desenvolver estratégias mais eficazes para prevenir e tratar a mastite. Sabe-se que a mastite é uma inflamação da glândula mamária, sendo geralmente provocada por bactérias fungos, vírus e por traumas físicos. A patologia pode ser dividida em clínica e subclínica, sendo que na primeira, são visíveis os sinais de inflamação no úbere e há alteração nas características do leite como na cor e viscosidade. Já na subclínica os sinais de inflamação não são visíveis, porém haverá alterações na Contagem de Células Somáticas (CCS). Para o diagnóstico da mastite clínica utiliza-se o teste de caneca de fundo preto que observará alterações nas características do leite. Na mastite subclínica há a necessidade da realização do California Mastitis Test (CMT), que avalia a quantidade de CCS. Objetivo: O objetivo deste estudo foi investigar a taxa de mastite em uma propriedade leiteira. Metodologia: O experimento foi realizado em uma propriedade localizada em Aparecida do Taboado-MS. Foram realizadas 5 coletas semanais de leite. Foram usadas todas as vacas em lactação, num total de 13 vacas. Foram realizados os testes de caneca de fundo preto e CMT. Resultado: Através dos testes não foi encontrado nenhum animal com mastite clínica e apenas duas vacas atestaram positivo para mastite subclínica. Conclusão: Observou-se que não houve nenhum animal com mastite clínica e apenas dois animais com mastite subclínica (15,38%), mostrando que o manejo sanitário está adequado.

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Publicado

2024-09-30

Como Citar

MARTINS, R. A. da S., SILVA, W. L. dos S., & ORTUNHO, V. V. (2024). MASTITE EM VACAS DE LEITE EM UMA PROPRIEDADE LOCALIZADA EM APARECIDA DO TABOADO-MS. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 15(15). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/6489

Edição

Seção

CIÊNCIAS AGRÁRIAS, ENGENHARIAS E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO