FISIOTERAPIA PÉLVICA NA DISFUNÇÃO ERÉTIL EM PRATICANTES DE CICLISMO
Palavras-chave:
ciclismo, compressão nervosa, disfunção erétil, fisioterapiaResumo
Introdução: A disfunção erétil (DE), considerada uma disfunção sexual masculina (DSM) possui etiologia multifatorial. As causas vão de vasculares e neurológicas a até psicossociais, comprometendo assim a respostas sexual nessa população. Dados revelam que a DE acomete cerca de 24% dos ciclistas que percorrem mais de 400km semanais, o que instiga um estudo mais detalhado da gênese desse processo. Objetivo: Identificar o mecanismo etiopatogênico do desenvolvimento da DE em ciclistas e assim propor recursos fisioterapêuticos no tratamento dessa patologia. Metodologia: É um estudo descritivo baseado na revisão de literatura, utilizando a SciELO e Google Acadêmico como base de elemento no levantamento literário da temática em questão. Resultados: A partir de uma avaliação funcional da pelve e uma anamnese detalhada buscando colher o máximo de informações para chegar a um diagnóstico conclusivo, acredita-se que a DE ocorre por compressão do nervo pudendo, isquemia muscular de assoalho pélvico, traumas musculares e má postura no selim. Recursos fisioterapêuticos como exercícios musculares ativos, eletroestimulação, reeducação ergonômica do ciclista na bicicleta e biofeedback podem reduzir ou reverter a DE. Conclusão: A fisioterapia pélvica tem grande papel no tratamento na disfunção erétil, recuperando a funcionalidade local, autoestima e consequentemente a qualidade de vida do indivíduo com métodos não invasivos e indolores.
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