DIAGNÓSTICO PRECOCE DE SÍFILIS GESTACIONAL: SÍFILIS CONGÊNITA E OUTROS AGRAVOS

Autores

  • Júlia Rosa BIGOTO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Maria Paula Franzzato SANCHES Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Isabelle Canovas PABLOS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Sophia Cardoso de OLIVEIRA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Eduarda Rosa BIGOTO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Júlia Benevides SOUSA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Márcio César Reino GAGGINI Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

Palavras-chave:

sífilis, sífilis congênita, salas de parto, diagnóstico precoce

Resumo

Introdução: A sífilis é uma doença sexualmente transmissível, curável e exclusiva dos seres humanos, tendo como agente etiológico a bactéria Treponema pallidum. A sífilis gestacional (SG) quando não tratada, leva a sífilis congênita (SC), morte fetal e neonatal, prematuridade, baixo peso e graves sequelas perinatais. Empregando tal problemática a realidade brasileira, analisou-se dados epidemiológicos do Brasil e da cidade de Santa Fé do Sul, comparando-os. Diante disso, diversos desafios impedem um bom prognóstico à mãe e ao feto. Objetivo: Revisar na literatura estudos sobre a sífilis e as formas de transmissão, incluindo a vertical. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica na qual a coleta de dados foi realizada a partir de fontes secundárias, mediante levantamento bibliográfico e informações da vigilância epidemiológica do município de Santa Fé do Sul. Utilizou-se fontes de dados dos últimos 5 anos. Resultado: Foram encontrados 60 artigos na base de dados, dos quais 9 foram selecionados, juntamente com o boletim epidemiológico do Brasil referente a 4 anos e dados epidemiológicos de Santa Fé do Sul a respeito de sífilis em gestantes e congênita, tais dados demonstram que houve um aumento exponencial nos casos de SG no município de Santa Fé do Sul, totalizando 28 casos no período, sendo 2023 o ano de maior número de diagnósticos, com 12 casos. Desses, 3 casos evoluíram para sífilis congênita nos anos 2020, 2022 e 2023 (1 por ano). Do mesmo modo, no Brasil de 2019 a 2022 foram notificados 279.697 casos de SG, dentre esses, 99.632 tiveram repercussão no feto. Conclusão: A prevenção da sífilis congênita através do diagnóstico precoce não se demonstrou efetiva, tendo em vista inúmeros casos de transmissão vertical por meio de dados obtidos pelo Ministério da Saúde e boletim epidemiológico.

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Publicado

2024-09-30

Como Citar

BIGOTO, J. R., SANCHES, M. P. F., PABLOS, I. C., OLIVEIRA, S. C. de, BIGOTO, E. R., SOUSA, J. B., & GAGGINI, M. C. R. (2024). DIAGNÓSTICO PRECOCE DE SÍFILIS GESTACIONAL: SÍFILIS CONGÊNITA E OUTROS AGRAVOS. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 15(15). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/6554

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS