RELAÇÕES INTERPESSOAIS ENTRE CUIDADORES E INDIVÍDUOS COM ALZHEIMER: UMA ABORDAGEM BIBLIOGRÁFICA
Palavras-chave:
doença de Alzheimer, cuidador, transtornos de ansiedadeResumo
Introdução: O Alzheimer é um tipo de demência que causa percalços na memória, pensamento e comportamento, os sintomas se desenvolvem lentamente e progridem ao longo do tempo, tornando-se graves o suficiente para interferirem nas tarefas diárias dos pacientes. É uma doença progressiva, em seus estágios iniciais, a perda de memória é leve, mas no estágio tardio, os indivíduos perdem a capacidade de responder ao seu ambiente. Pessoas portadoras dessa patologia vivem em média oito anos após os sintomas se tornarem perceptíveis. Desse modo, o presente tema foi escolhido pois, esses pacientes necessitam de um cuidador que atenda às suas necessidades diárias permanentes. Logo, o cuidado prolongado de uma pessoa com demência pode causar desgaste físico e mental no cuidador. Objetivos: Esta revisão bibliográfica busca compreender se os cuidadores estão suscetíveis a desenvolverem transtornos de ansiedade pela convivência com o paciente ao longo do avanço dos sintomas degenerativos da doença. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica por meio de levantamento bibliográfico, nos idiomas português e inglês, realizados nas seguintes bases de dados: Scielo, PubMed e MedLine, em que foram identificados artigos científicos relacionados à Doença de Alzheimer e o impacto no cuidador. Resultados: Mediante ao exposto, os resultados dos artigos demonstraram que a sobrecarga psicológica do cuidador interfere tanto na sua própria saúde quanto na saúde do paciente. Conclusão: A sobrecarga de cuidar de um indivíduo com demência, pode gerar, ao longo do processo, um desgaste físico e emocional tanto para o doente quanto para o cuidador, resultando em quadros de Transtornos de Ansiedade generalizados.
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