TDAH: SUA RELAÇÃO COM A ALIMENTAÇÃO

Autores

  • Aline Cristina Pradela dos SANTOS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Igor Yuji Ribeiro TAKIGA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Rubens Thomaz Garcia NETO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Sara de Laet SILVA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Letícia Bertoldi SANCHES Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

Palavras-chave:

TDAH, alimentação balanceada, substâncias nutricionais

Resumo

Introdução: Ao avaliar o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), destaca-se uma relação com a alimentação, podendo ser positiva ao se deparar com uma dieta balanceada ou negativa quando se depara com um consumo desgovernado. Objetivo: O presente estudo tem por objetivo avaliar se uma dieta desbalanceada com excesso de carboidrato, corante e cafeína pode agravar os sintomas do TDAH, além de compreender se uma alimentação equilibrada pode melhorar ou reduzir os efeitos do transtorno no público-alvo. Metodologia: Foi realizada uma pesquisa na literatura científica atual, com abordagem qualitativa. O local de busca foi por meio do Google Acadêmico, tendo como ênfase o TDAH, usando as palavras-chave TDAH, Alimentação balanceada, Substâncias nutricionais. Resultados: Com base nos estudos analisados, foi possível constatar a existência de substâncias com potenciais agravantes e atenuantes no que se refere aos sintomas do transtorno, dentre eles, destacam-se açúcar refinado (sacarose), corantes, refrigerantes, massas e ultraprocessados. Isso se deve ao fato de uma alimentação hipercalórica ter como consequência uma sensação de relaxamento que tira o foco do indivíduo momentaneamente, gerada pela liberação de neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Já quando analisamos a cafeína, vemos que seu poder estimulante pode ativar o estado de alerta mas também há a liberação de adrenalina na corrente sanguínea, ambos podem contribuir para o aumento da hiperatividade por causar ansiedade, taquicardia e insônia. Em contrapartida, foi observado a eficácia de uma alimentação balanceada, rica em proteínas e micronutrientes como iodo, ferro, zinco e ômega 3, tendem a amenizar o transtorno, uma vez que auxiliam no neurodesenvolvimento. Conclusão: Portanto a necessidade de uma alimentação equilibrada, com consumo adequado de proteínas e frutas, bem como a ingestão consciente de doces e cafeína, mostra um potencial efeito benéfico em relação aos sintomas do TDAH.

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Publicado

2024-09-30

Como Citar

SANTOS, A. C. P. dos, TAKIGA, I. Y. R., NETO, R. T. G., SILVA, S. de L., & SANCHES, L. B. (2024). TDAH: SUA RELAÇÃO COM A ALIMENTAÇÃO. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 15(15). Recuperado de https://seer.unifunec.edu.br/index.php/forum/article/view/6590

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS