USO INDISCRIMINADO DE SUBSTÂNCIAS ANÁLOGAS AO GLP-1 PARA TRATAMENTO DA OBESIDADE
Palavras-chave:
GLP-1, substâncias, obesidade, fármacosResumo
Introdução: De acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS, a obesidade é uma doença, caracterizada pelo excesso de gordura corporal que pode trazer prejuízos à saúde, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, dislipidemia e outros; seu tratamento segue como um desafio e novas drogas sintéticas têm sido usadas cada vez mais, de modo descontrolado, para o seu tratamento. Objetivo: Analisar as interações metabólicas existentes em usuários de substâncias análogas ao GLP-1 sem indicação e os malefícios da ingestão delas de maneira descompensada a longo prazo. Metodologia: Foi feita uma revisão da literatura científica atual com base em estudos que avaliaram o desempenho de substâncias análogas ao GLP-1 no organismo de um indivíduo que pode não necessitar desse medicamento e como tal prática pode afetar a saúde a curto e a longo prazo, a partir de livros, revistas e artigos científicos. O levantamento de dados aconteceu no mês de agosto de 2024 através das bases de dados científicas que se encontram publicados no Google acadêmico. Resultados: Os análogos de GLP-1 se destacaram por promoverem efeitos como o aumento da secreção de insulina, a diminuição da secreção de glucagon, a desaceleração do esvaziamento gástrico e a redução do apetite, levando, consequentemente, à diminuição do consumo alimentar e à perda de peso. Conclusão: Conclui-se que os análogos promovem efeitos que colaboram para o emagrecimento, sendo assim, diminuindo os riscos à saúde que o excesso de gordura corporal pode causar, porém deve ser usado de maneira consciente e com acompanhamento médico, já que usado de maneira descontrolada pode ser prejudicial à saúde.
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