PRESERVAÇÃO ALVEOLAR COM BARREIRA DE POLIPROPILENO: EFICÁCIA NA MANUTENÇÃO DO VOLUME ÓSSEO PÓS-EXTRAÇÃO - REVISÃO DE LITERATURA
Palavras-chave:
preservação alveolar, regeneração óssea, alvéolo dentalResumo
Introdução: A perda dentária acarreta na reabsorção do processo alveolar, o que resulta em uma diminuição significativa das espessuras das tábuas ósseas vestibulares e linguais. Esse processo de reabsorção compromete a quantidade de osso disponível, tornando a reabilitação protética subsequente mais desafiadora. Para mitigar esses efeitos, diversas técnicas de preservação alveolar têm sido desenvolvidas, com o objetivo de manter a integridade do rebordo alveolar e facilitar futuros procedimentos protéticos. Objetivo: O estudo buscou revisar a literatura existente para avaliar a eficácia da barreira de polipropileno na preservação alveolar, particularmente na manutenção do volume ósseo após extrações dentárias, e analisou como essa técnica contribui para a regeneração óssea e a preparação do leito alveolar para futuras reabilitações protéticas. Metodologia: Este estudo de revisão de literatura avaliou a eficácia da barreira de polipropileno na preservação alveolar, com foco na manutenção do volume ósseo após extrações dentárias. Foram realizadas buscas nas bases de dados PubMed, Scopus, SciELO e Google Acadêmico, abrangendo artigos publicados entre 2014 e 2024. Foram incluídos estudos que abordassem diretamente o uso da barreira de polipropileno na regeneração óssea. Após a seleção dos artigos relevantes, os dados foram extraídos, analisados qualitativamente e discutidos em termos de eficácia, limitações e implicações clínicas, destacando as principais tendências e lacunas na literatura atual. Resultados: A utilização de barreiras de polipropileno na preservação alveolar tem demonstrado resultados promissores na manutenção do volume ósseo, conforme observado em estudos clínicos e experimentais. Conclusão: A literatura atual apoia o uso de barreiras de polipropileno na preservação alveolar como uma técnica eficaz para minimizar a reabsorção óssea pós-extração. No entanto, mais estudos comparativos e de longo prazo são necessários para estabelecer protocolos clínicos padronizados e otimizar os resultados da reabilitação protética.
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