INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS MUDANÇAS NO MERCADO DE TRABALHO E NA FORMA DE APRENDIZAGEM
DOI:
https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6778Palavras-chave:
inteligência artificial, educação, mercado de trabalho, automação, competências humanasResumo
Introdução: A Inteligência Artificial (IA) consolidou-se como uma das tecnologias mais impactantes da atualidade, transformando profundamente os processos de aprendizagem e o mercado de trabalho. Sua presença crescente proporciona avanços significativos em automação, eficiência e personalização do ensino, mas também apresenta desafios relevantes relacionados à dependência tecnológica, ao enfraquecimento do pensamento crítico e à insegurança frente à substituição de tarefas repetitivas, exigindo reflexão sobre seu uso consciente. Objetivo: O presente estudo tem como finalidade analisar as mudanças provocadas pela inteligência artificial e identificar sua contribuição, limitação e desafios que impõem à sociedade contemporânea na aprendizagem, bem como seu uso de forma estratégica no mercado de trabalho. Metodologia: A pesquisa adotou abordagem descritiva e bibliográfica, com análise de materiais previamente publicados, como livros, artigos científicos e documentos oficiais. Essa estratégia permitiu reunir referenciais teóricos consolidados e descrever, de maneira sistemática, os impactos da IA nos contextos educacional e laboral, evidenciando tendências, benefícios e possíveis riscos associados à tecnologia. Resultados: Os resultados indicam que a IA, na educação, pode promover práticas pedagógicas mais dinâmicas, possibilitar ensino personalizado, ampliar o acesso ao conhecimento e estimular o desenvolvimento de habilidades críticas, quando utilizada de forma consciente e planejada. Entretanto, seu uso indiscriminado pode comprometer a autonomia intelectual dos alunos. No mercado de trabalho, a automação substitui tarefas rotineiras, mas também cria oportunidades para novas profissões, exigindo competências humanas como criatividade, comunicação e capacidade de adaptação, além de investimentos contínuos em capacitação e adoção de práticas éticas adequadas. Conclusão: A IA configura-se como uma ferramenta estratégica capaz de impulsionar a inovação e enriquecer os processos educativos e laborais, desde que acompanhada de políticas responsáveis, formação contínua, acompanhamento tecnológico, preservação e valorização humana em todos os setores, especialmente na autonomia e criatividade.
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