USO DA GEOTECNOLOGIA PARA A IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES FLORESTAIS

Autores

  • Bruno Carlos Lezzo de ALMEIDA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Deuller Alvez COVA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • José Moraes de Matos NETO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Vitório Henrique Passos SORANSSO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Camila Fernandes Ferreira APARECIDO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

DOI:

https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6814

Palavras-chave:

sensoriamento remoto, geoprocessamento, monitoramento ambiental, inteligência artificial

Resumo

Introdução: O Brasil possui mais de 19.000 espécies de árvores nativas distribuídas em 151 famílias botânicas, constituindo um patrimônio de enorme relevância ambiental. O avanço das leis ambientais e a crescente demanda por práticas sustentáveis aumentaram a necessidade de métodos mais precisos de identificação e monitoramento da vegetação. Tradicionalmente, essa identificação era feita por análises morfológicas, porém o desenvolvimento das geotecnologias como sensoriamento remoto, geoprocessamento e Sistemas de Informações Geográficas (SIG) trouxe novas possibilidades para o manejo florestal. Objetivo: Este estudo tem como objetivo demonstrar como as geotecnologias podem ser aplicadas na identificação, mapeamento e monitoramento de espécies florestais, destacando sua importância para a gestão ambiental e o desenvolvimento de práticas sustentáveis. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de caráter qualitativo, baseada na revisão de artigos científicos, livros técnicos e materiais institucionais. As buscas foram realizadas no Google Acadêmico e em bases como, SciELO e Periódicos CAPES, utilizando palavras-chave relacionadas às geotecnologias e identificação de espécies. Foram selecionados estudos atuais e relevantes, organizados e analisados para compor a fundamentação teórica. Resultados: Os resultados da revisão evidenciam que o uso de geotecnologias proporciona maior agilidade, precisão e eficiência na identificação vegetal e monitoramento florestal, além de reduzir custos e ampliar a escala das análises. O sensoriamento remoto possibilita captar informações ambientais em diferentes escalas, enquanto o geoprocessamento transforma grandes volumes de dados em informações estratégicas para o planejamento sustentável. Ademais, ferramentas recentes, como o Netflora da Embrapa, mostram o potencial da integração entre inteligência artificial e bancos de dados botânicos para automatizar a identificação de espécies com alto grau de precisão. Conclusão: Conclui-se que a incorporação das geotecnologias, especialmente quando associadas à inteligência artificial, representa um avanço significativo na conservação e manejo sustentável das florestas brasileiras, ampliando a eficiência técnica e democratizando o acesso à informação.

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

ALMEIDA, B. C. L. de, COVA, D. A., NETO, J. M. de M., SORANSSO, V. H. P., & APARECIDO, C. F. F. (2026). USO DA GEOTECNOLOGIA PARA A IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES FLORESTAIS. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 16(16). https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6814

Edição

Seção

CIÊNCIAS AGRÁRIAS, ENGENHARIAS E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO