CASO AMANDA PARTATA
DOI:
https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6854Palavras-chave:
relacionamento, envenenamento, homicídioResumo
Introdução: O caso Amanda Partata ocorreu em 17 de dezembro de 2023. Advogada de 31 anos, Amanda foi acusada pelo Ministério Público de Goiás por triplo homicídio qualificado dos familiares de seu ex, Leonardo Pereira Alves Filho. A motivação do fim do relacionamento foi marcada pela descoberta de uma gravidez forjada por Amanda, que relatava sintomas falsos enquanto estava na academia no hotel onde estava hospedada. Após a separação, movida por sentimentos de rejeição por Leonardo Filho e seus familiares, planejou o envenenamento das vítimas por meio de bolos de pote, entregues à família do ex-companheiro. O pai de Leonardo e a avó morreram, enquanto o tio e o avô foram vítimas da tentativa de homicídio. Objetivo: Analisar os elementos que consumaram os crimes, considerando aspectos legais previstos no Código Penal Brasileiro. Metodologia: O trabalho foi desenvolvido por meio de método bibliográfico, que se fundamenta na análise do referencial teórico produzido sobre a temática, por autores clássicos e contemporâneos, a fim de compreender as principais abordagens teóricas que sustentam a discussão. Foram selecionadas publicações indexadas em bases como Scielo, Google Scholar e CAPES periódicos, especialmente entre os anos de 2020 a 2025, de forma a garantir atualização teórica e consistência científica. Resultados: Amanda foi denunciada pelo MPGO, passando por audiência de instrução. Conclusão: Entende-se que a proximidade com os familiares de seu ex-namorado foi estratégica, motivada pela mantença do vínculo por meio da gravidez forjada. Após a rejeição, o vínculo formou base para execução dos crimes, uma escalada emocional que culminou nos homicídios.
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