CASO MOTORISTA DE APLICATIVO: MAXWELL DA COSTA BARROSO

Autores

  • Anna Clara Alvares dos SANTOS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Gustavo Maia SILVA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Paulo Eduardo Ferreira RONDÃO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Regina Maria de SOUZA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

DOI:

https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6860

Palavras-chave:

sequestro, desaparecimento, investigações, forjado

Resumo

Introdução:  O caso Maxwell da Costa Barroso consiste no sequestro forjado de um motorista de aplicativo, cujo desaparecimento ocorreu em Santarém – Pará, no mês de dezembro do ano de 2024. Esse caso corresponde ao seu desaparecimento e sequestro comprovadamente forjado, por meio das investigações e situações apresentadas pelas buscas iniciadas e finalizadas no período de uma semana. A princípio, a família registrou um boletim de ocorrência acerca do desaparecimento dele, porém foi constatado, como dito anteriormente, que o sequestro havia sido forjado pelo próprio Maxwell, com conhecimento da família. Para que ocorressem as investigações foram necessárias as autoridades competentes, compostas pelas equipes da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas e da Companhia Independente de Policiamento com Cães.  Objetivo: Compreender a motivação do crime e as possíveis motivações envolvidas no sequestro forjado.  Metodologia: O trabalho foi desenvolvido por meio de método bibliográfico, que se fundamenta na análise do referencial teórico produzido sobre a temática, por autores clássicos e contemporâneos, a fim de compreender as principais abordagens teóricas que sustentam a discussão. Foram selecionadas publicações indexadas em bases como Scielo, Google Scholar e CAPES Periódicos, prioritariamente entre os anos de 2020 e 2025.  Resultados:  No decorrer das investigações, foi possível a descoberta da forja do crime. Com base nas investigações, foi possível compreender que a razão do crime estava relacionada à dívidas com agiotas, que geraram recorrentes ameaças de morte, de modo que Maxwell se encontrava com medo e utilizou o falso sequestro como saída para a situação.  Conclusão: Diante da constatação do falso sequestro verificou-se a falsa comunicação de crime, o que gerou a punição de seis meses de detenção ou multa, previsto no art. 340 do Código Penal Brasileiro. (Decreto-lei n° 2.848, 07 de dezembro de 1940).

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

SANTOS, A. C. A. dos, SILVA, G. M., RONDÃO, P. E. F., & SOUZA, R. M. de. (2026). CASO MOTORISTA DE APLICATIVO: MAXWELL DA COSTA BARROSO. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 16(16). https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6860