FISIOTERAPIA MOTORA E USO DE REALIDADE VIRTUAL EM PACIENTES PÓS-ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO

Autores

  • Caio Henrique PIZZI Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • João Vitor Ribeiro BITTENCOURT Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Elaine Doro Mardegan COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Fernando de Souza COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

DOI:

https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6932

Palavras-chave:

acidente vascular encefálico, fisioterapia motora, tecnologia, realidade virtual, tratamento fisioterapêutico

Resumo

Introdução: A fisioterapia motora em pacientes pós-Acidente Vascular Encefálico (AVE) com uso de tecnologia nos tratamentos tem se mostrado promissora, pois possibilita ao paciente atendido em um ambiente interativo tridimensional (3D) uma melhora mais rápida, tendo em vista a adaptação de equipamentos tecnológicos no tratamento fisioterapêutico. Objetivo: Analisar métodos atuais na intervenção fisioterapêutica e apresentar o uso da realidade virtual (RV) no tratamento de pacientes em reabilitação pós-AVE. Metodologia: A metodologia adotada consistiu em uma pesquisa descritiva de revisão bibliográfica, realizada por meio da análise de artigos científicos publicados no Google Acadêmico e em bases de dados como SciELO e BVS, de modo a reunir e sintetizar as principais evidências disponíveis na literatura atual. Resultados: Os resultados revelam que são várias as intervenções que a fisioterapia pode realizar em pacientes pós-AVE. Entretanto, o uso de RV como um recurso tecnológico no tratamento complementar à terapia convencional, demonstra benefícios e melhora na neuroplasticidade, sendo essencial para a recuperação do processo de reorganização neural do paciente. A reabilitação com RV possibilita progresso no tratamento ao realizar movimentos que aprimoram os membros superiores, pois ao usar as mãos e interagir com o avatar e se envolver no jogo, o paciente pode se estimular a desenvolver movimentos capazes de melhorar o desempenho de amplitude, força e cognição. Além disso, este uso da RV poderá motivar a execução de movimentos de marcha e equilíbrio, conforme o ritmo do jogo. Conclusão: Conclui-se que atualmente, ao utilizar RV em pacientes pós-AVE no tratamento fisioterapêutico, pode-se por meio de um jogo promover a repetição de tarefas, as quais apontam uma ótima opção para aumentar a adesão do paciente aos tratamentos, obtendo melhores resultados na fisioterapia.  No entanto, é necessário desenvolver protocolos padronizados, bem como melhorar a acessibilidade da tecnologia, para que se possa melhorar a sua aplicação na reabilitação de AVE.

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

PIZZI, C. H., BITTENCOURT, J. V. R., COSTA, E. D. M., & COSTA, F. de S. (2026). FISIOTERAPIA MOTORA E USO DE REALIDADE VIRTUAL EM PACIENTES PÓS-ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 16(16). https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6932

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS