COMPARAÇÃO ENTRE FACETAS DE RESINA E FACETAS DE CERÂMICA: REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Beatriz Siqueira SANTIAGO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Vandrielly Aparecida Cavalcante DIAS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Rafael Massunari MAENOSONO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

DOI:

https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7008

Palavras-chave:

facetas dentárias, resinas compostas, cerâmicas dentárias, odontologia estética

Resumo

Introdução: O tratamento estético com facetas representa uma das modalidades reabilitadoras mais procuradas nos consultórios odontológicos contemporâneos, configurando-se como alternativa de alta relevância clínica; entretanto, há diferenças significativas entre os materiais disponíveis para a execução dessa técnica, o que pode influenciar diretamente nos resultados e na longevidade do tratamento. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão de literatura com a finalidade de comparar os diferentes materiais empregados na confecção de facetas, destacando suas indicações, vantagens, limitações e desempenho clínico. Metodologia: Foram realizadas buscas nas bases de dados PubMed e Google Acadêmico, selecionando-se artigos científicos publicados entre os anos de 2015 e 2025, priorizando estudos que abordassem a comparação entre diferentes materiais utilizados para a confecção de facetas estéticas. Resultados: A análise dos artigos publicados evidenciou que facetas cerâmicas apresentam taxas de sobrevida superiores (≈90–96% em 10 anos), com menor incidência de falhas em comparação às facetas diretas em resina composta. Os principais problemas observados foram fraturas e descolamentos nas cerâmicas; manchamento, desgaste superficial e fraturas nas resinas compostas. Em termos de estética, a cerâmica, especialmente o dissilicato de lítio, mostrou maior estabilidade de cor, enquanto a resina composta, embora mais suscetível à pigmentação, oferece maior facilidade de reparo direto. Observou-se ainda que o tempo clínico e o custo inicial são menores para a resina composta, ao passo que a cerâmica exige etapas laboratoriais e maior investimento, compensados por maior estabilidade em longo prazo. Conclusão: As facetas cerâmicas apresentam maior longevidade e estabilidade estética, enquanto as facetas em resina composta se destacam pela agilidade, menor custo e facilidade de manutenção. A escolha do material deve considerar substrato dentário, demanda estética do paciente e possibilidades de reparo.

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

SANTIAGO, B. S., DIAS, V. A. C., & MAENOSONO, R. M. (2026). COMPARAÇÃO ENTRE FACETAS DE RESINA E FACETAS DE CERÂMICA: REVISÃO DE LITERATURA. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 16(16). https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7008

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS