RELAÇÃO ENTRE OBESIDADE E RISCO CARDIOVASCULAR EM JOVENS ADULTOS: REVISÃO DE LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7017Palavras-chave:
obesidade, doenças cardiovasculares, gordura visceralResumo
Introdução: A obesidade em jovens adultos (18 - 59 anos) é caracterizada como uma doença crônica que favorece o acúmulo de gordura visceral, ocasionando possíveis doenças cardiovasculares (DCV) associando-se aos fatores de risco como hipertensão arterial (HA), hiperglicemia de jejum, baixos níveis de HDL (High Density Lipropotein) e altos níveis de LDL (Low Density Lipropotein). A incidência da obesidade é motivada pelo desequilíbrio entre a ingestão energética e o gasto energético, correlacionando-se a DCV que é uma das principais causas de óbitos registrados no Brasil. Objetivo: Analisar a correlação da obesidade e das doenças cardiovasculares, assim como sua prevalência e incidência. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura com base no artigo "Associação Entre a Obesidade Central e a Incidência de Doenças e Fatores de Risco Cardiovascular" publicado no site da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Assim, o artigo se baseia em indicadores antropométricos, utilizados para a avalição do risco cardiovascular, como IMC (Índice de Massa Corporal), CC (Circunferência da Cintura), RCQ (Relação Cintura-Quadril, RCA (Relação Cintura-Altura), RCE (Razão Cintura Estatura) e IC (Índice de conicidade). Ademais, o método de avaliação VGV (Volume de Gordura Visceral), é realizado a partir de exames como: TC (Tomografia Computadorizada), RM (Ressonância Magnética), Bioimpedância, USG (Ultrassonografia), DEXA (Densitometria com medida de gordura) na população para avaliar possíveis alterações cardiovasculares. Resultados: Os resultados revelam que os indicadores RCE, VGV e o IC, são mais sensíveis para identificar a associação da obesidade com hipertensão arterial, do que somente o IMC ou CC. Logo, os indicadores mencionados são as melhores opções de medidores de risco cardiometabólicos e avaliam com eficiência mulheres jovens (a partir de 40 anos) com alta prevalência de dislipidemia e HA, destacando a importância de avaliar como a gordura se distribui na constituição física feminina. Conclusão: Conclui-se que o estudo revelou a elevada prevalência de sobrepeso e obesidade, que ao estar vinculado a distúrbios (hipertensão arterial sistêmica, dislipidemias) aumentam o risco de DCV. Os achados evidenciam a importância da identificação precoce e acompanhamento contínuo.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.