REVISÃO MORFOLÓGICA DA RAIZ ESPINHAL COM TRÊS GÂNGLIOS: UMA VARIAÇÃO ANATÔMICA RARA
DOI:
https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7019Palavras-chave:
variação anatômica, raiz espinhal, gânglio da raiz dorsal, revisão integrativa, neuroanatomiaResumo
Introdução: As variações anatômicas das raízes espinhais e seus gânglios são de grande relevância para a neuroanatomia, neurocirurgia e diagnóstico por imagem. A configuração típica consiste em uma raiz dorsal com um único gânglio. Relatos de duplicação são incomuns, e a existência de uma raiz com três gânglios representa um potencial de variação de extrema raridade, cujas implicações morfológicas e clínicas são desconhecidas. Objetivo: Realizar uma revisão integrativa sobre evidências morfológicas de uma raiz espinhal apresentando três gânglios. Metodologia: O desenvolvimento desta revisão ocorreu a partir da identificação de uma variação anatômica de três gânglios em uma única raiz espinhal, durante a dissecação de peça cadavérica para fins de instrução discente em medicina. Foi conduzida uma busca sistemática em bases de dados eletrônicas (PubMed, SciELO e LILACS), sem restrição de data ou idioma. A busca também incluiu a análise de referências bibliográficas de artigos pertinentes e livros-texto clássicos de anatomia. Resultados: A estratégia de busca abrangente não recuperou nenhum relato de caso, estudo cadavérico ou descrição imunológica que documentasse conclusivamente a presença de três gânglios em uma única raiz espinhal. A literatura permanece omissa quanto a esta variação específica, apontando para sua possível inexistência documentada ou uma raridade ainda não catalogada pela ciência. Conclusão: Esta revisão destaca uma lacuna significativa no conhecimento anatômico e serve como um marco de referência zero, enfatizando a necessidade de futuros estudos anatômicos detalhados e relatos de caso rigorosos para investigar a possível existência desta variação, que, se descoberta, representaria um achado de grande relevância morfológica.
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