DIÁLOGOS SOBRE CORPO E CIDADANIA NO CONTEXTO ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
DOI:
https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7025Palavras-chave:
educação em saúde, saúde do adolescente, transformações, relato de experiência, cidadaniaResumo
Introdução: A adolescência, dos 12 aos 18 anos, é um período de intensas transformações biopsicossociais que requerem educação em saúde para promover bem-estar e autonomia. Objetivo: Descrever a experiência de acadêmicos de enfermagem de um Centro Universitário de Santa Fé do Sul em uma ação educativa sobre transformações corporais e psicossociais da adolescência, saúde e direitos e deveres da criança e do adolescente. Metodologia: Estudo descritivo, qualitativo, do tipo relato de experiência. A ação ocorreu em fevereiro de 2025, em escola municipal do interior paulista, com alunos do ensino fundamental. Discentes do 7º período planejaram, executaram e avaliaram a atividade, sob supervisão docente, tendo como base a disciplina Saúde do Adolescente. A disciplina, de caráter teórico-prático, proveu a base para a aquisição de competências profissionais no cuidado a essa faixa etária. Resultados: Participaram da ação educativa 25 adolescentes. A sala foi organizada com recursos audiovisuais e materiais informativos. Após apresentação do tema e sondagem do conhecimento prévio, realizou-se a dinâmica “Mitos e Verdades” sobre puberdade, seguida da exposição de tópicos biopsicossociais e de direitos e deveres previstos na legislação. Encerraram-se as atividades com esclarecimento de dúvidas e entrega de folders ilustrados com informações complementares. Conclusão: A prática favoreceu troca de experiências, ampliação de conhecimentos e melhor compreensão dos assuntos pelos adolescentes. A dinâmica “Mitos e Verdades” mostrou-se estratégica para abordar o corpo e as mudanças fisiológicas de forma acolhedora. À luz da avaliação dos acadêmicos, o aprendizado foi significativo e o engajamento elevado, evidenciado pela participação ativa, perguntas pertinentes e disposição para compartilhar vivências. A experiência reforça a relevância da educação em saúde para que adolescentes vivenciem essa fase com preparo e segurança e, contribui para consolidar o papel formativo do estudante de enfermagem na promoção da saúde.
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