ESTABILIDADE DE COR DE PLACAS OCLUSAIS PRODUZIDAS POR MEIO DE FLUXO DIGITAL EM ODONTOLOGIA

Autores

  • Isadora Olivo Uehara da COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Juliana Gomes ISHISAKA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Rafael Massunari MAENOSONO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

DOI:

https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7039

Palavras-chave:

bruxismo, placa oclusal, alteração de cor

Resumo

Introdução: Recentemente, com os avanços tecnológicos atuais, a partir do desenvolvimento das técnicas de escaneamento, fresagem pelo sistema de CAD-CAM e impressão por meio de impressoras 3D, hoje é possível confeccionar placas oclusais no fluxo totalmente digital. Contudo, ainda existe grande interesse científico em relação às principais propriedades das placas confeccionadas por fluxo digital. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo avaliar a estabilidade de cor dos materiais utilizados para confecção de placas oclusais, de forma convencional e a partir do fluxo digital. Metodologia: Este estudo adotou dois fatores de variação (material e tempo), considerando três tipos de resinas (AUTO, FRES E 3D), com um n=10 por grupo. A análise da variação de cor foi realizada pelo sistema de cores CIELab, em que a alteração de cor (ΔE) foi calculada por meio dos valores individuais de L*, a* e b* obtidos pelo espectrofotômetro com a seguinte fórmula: ΔE = [(ΔL*)² + (Δa*)² + (Δb*)²]½ , onde ΔL*, Δa* e Δb* representam as diferenças entre as leituras dos parâmetros de cor obtidos dos espécimes nos tempos iniciais, após 24h e após 48h de envelhecimento artificial em estufa a 60ºC. Os valores de ΔE obtidos foram submetidos à Análise de Variância (ANOVA) a dois critérios, seguido de Tukey para comparações individuais (p<0,05). Resultados: Observou-se que, após 48h de envelhecimento, as resinas autopolimerizáveis apresentaram menor alteração de cor quando comparada às resinas 3D. Conclusão: Conclui-se que existem diferenças importantes quanto ao material e a técnica utilizada para a confecção das placas oclusais; no entanto, mais ensaios laboratoriais e clínicos são necessários.

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

COSTA, I. O. U. da, ISHISAKA, J. G., & MAENOSONO, R. M. (2026). ESTABILIDADE DE COR DE PLACAS OCLUSAIS PRODUZIDAS POR MEIO DE FLUXO DIGITAL EM ODONTOLOGIA. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 16(16). https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7039

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS