FOTOPOLIMERIZAÇÃO DE RESINAS COMPOSTAS

Autores

  • Juliana Casalino Amorim da SILVA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Gustavo Henrique Martins ROTULO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Rafael Massunari MAENOSONO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

DOI:

https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7041

Palavras-chave:

lâmpadas de polimerização dentária, resinas compostas, polimerização

Resumo

Introdução: A adequada fotoativação das resinas compostas constitui fase determinante para a obtenção do desempenho ideal dos materiais restauradores. Todavia, apesar de sua indiscutível relevância clínica, observa-se ainda escassa exploração e discussão desse tema no âmbito acadêmico. Objetivo: Diante disso, o objetivo deste trabalho consiste na realização de uma revisão da literatura a fim de sintetizar o conhecimento disponível e destacar lacunas que possam orientar desdobramentos científicos posteriores. Metodologia: O presente estudo fundamenta-se na análise de quatro artigos publicados entre 2008 e 2024, indexados em bases de dados como PubMed e Google Acadêmico. Resultados: Os achados evidenciam que a efetividade da polimerização das resinas compostas está intrinsecamente associada à densidade de potência, ao tempo de fotoativação e ao espectro de comprimento de onda emitido pelos aparelhos utilizados. A literatura aponta que uma intensidade mínima de 400 mW/cm², aplicada por aproximadamente 20 segundos, mostra-se suficiente para a adequada polimerização de incrementos de até 2 mm; entretanto, incrementos maiores, sobretudo em resinas Bulk-Fill, ainda representam desafios clínicos. No que se refere ao espectro de emissão, os LEDs monowave, com faixa restrita entre 450–490 nm, apresentam adequada compatibilidade com a canforoquinona, enquanto os LEDs de terceira geração (polywave), que abrangem de 380–515 nm foram desenvolvidos para contemplar também fotoiniciadores alternativos. Contudo, os resultados disponíveis permanecem inconclusivos quanto à superioridade dos polywave em relação aos monowave. Conclusão: Pode-se concluir que a seleção criteriosa do equipamento fotopolimerizador, aliada ao manejo adequado dos parâmetros de intensidade e tempo de exposição, constitui fator determinante para a longevidade clínica das restaurações em resina composta.

 

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

SILVA, J. C. A. da, ROTULO, G. H. M., & MAENOSONO, R. M. (2026). FOTOPOLIMERIZAÇÃO DE RESINAS COMPOSTAS. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 16(16). https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7041

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS