CRESCIMENTO DE FUNGOS E BACTÉRIAS EM SUPERFÍCIES ESCOLARES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID BIOLOGIA
DOI:
https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.7112Palavras-chave:
metodologia de ensino, microbiologia, fungos, bactérias, higiene pessoal, educação em ciênciasResumo
Introdução: O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) visa estimular o uso de metodologias de ensino inovadoras e flexíveis que estimulem o protagonismo estudantil, a aprendizagem significativa e o desenvolvimento do pensamento crítico. Objetivos: Este artigo relata uma prática experimental desenvolvida por estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental em uma escola pública de Santa Fé do Sul – SP, com o objetivo de observar o crescimento de fungos e bactérias em superfícies comuns do ambiente escolar. A proposta buscou aproximar os conteúdos teóricos de Microbiologia da realidade dos alunos, estimulando a investigação científica e a reflexão sobre hábitos de higiene. Metodologia: As amostras foram coletadas com cotonetes em locais variados, como mesas, maçanetas e corrimãos, e posteriormente inoculadas em placas de petri contendo meio de cultura adequado. O crescimento microbiano foi acompanhado por duas semanas, período em que os alunos registraram aspectos como cor, textura e tamanho das colônias formadas. Resultados e Discussão: Os resultados evidenciaram ampla diversidade de fungos e bactérias, especialmente em superfícies de maior contato humano, ressaltando a importância da higienização regular das mãos e dos objetos de uso coletivo. Além de promover o aprendizado sobre a presença constante de microrganismos no cotidiano e a diversidade dos mesmos, a atividade despertou a curiosidade científica e incentivou o protagonismo estudantil, fortalecendo competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), como o pensamento científico, a argumentação e a responsabilidade social. Conclusão: Conclui-se que práticas experimentais simples e acessíveis, quando bem orientadas, favorecem uma aprendizagem significativa, aproximam teoria e prática e contribuem para a formação de cidadãos críticos e conscientes quanto à saúde e ao meio ambiente. Assim, o trabalho reforça o valor pedagógico de atividades investigativas no ensino de Ciências, especialmente no Ensino Fundamental.
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