TESTE DE ACUIDADE VISUAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA
DOI:
https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6929Palavras-chave:
criança, acuidade visual, enfermagemResumo
Introdução: A baixa visão na infância prejudica o aprendizado, a socialização e a qualidade da visão na idade adulta. A visão é o sentido mais influente na integração do ser humano com o seu meio, pois responde por 85% das informações sensoriais do ambiente. Objetivo: Identificar a acuidade visual de crianças escolares, utilizando a tabela de Snellen, e encaminhar e realizar intervenções necessárias naquelas com baixa visão. Metodologia: Utilizou-se um estudo transversal com abordagem quantitativa e um relato de experiência. Empregou-se a tabela de Snellen para determinar a acuidade visual de alunos dos níveis pré-escolares 1 e 2 da EMPI – Escola Municipal de Educação Infantil Lourdes Patrício. Resultados: Participaram deste estudo crianças na faixa etária de 4 a 5 anos, sendo 14 do sexo feminino e 12 do sexo masculino. A prevalência de baixa acuidade visual foi encontrada em 12 (46%) crianças. Discussão: Os resultados obtidos puderam contribuir para o atendimento clínico das crianças analisadas. É durante a idade escolar que as alterações oftalmológicas tendem a se tornar mais evidentes. Isso acontece porque, nesse período, a visão é um sentido muito solicitado, e alterações que antes passavam despercebidas acabam se manifestando. Avaliações oftalmológicas periódicas devem ser inseridas nas estratégias públicas de saúde, visto que quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor o prognóstico dessas crianças. Conclusão: Com base nos resultados do presente estudo, sugere-se que a aplicação do teste de Snellen, por ser um teste de triagem de fácil treinamento e baixo custo, seja útil na prevenção da saúde ocular. Sugere-se a importância da continuidade de estudos como este, que visam a sensibilidade e a especificidade com foco nas crianças na pré-escola.
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