INTERVENÇÕES FISIOTERAPÊUTICAS NO MANEJO DA SÍNDROME PRÉ-MENSTRUAL: IMPLICAÇÕES NA SAÚDE DA MULHER

Autores

  • Camila Maziero DALPOZO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Guilherme Emmanoel GROTTO Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Henrique Novatzky de OLIVEIRA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • João Victor de Souza NOVAES Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Ketenlly Cristina Cezario PESTANA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Elaine Doro Mardegan COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Máira Daniéla dos SANTOS Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

DOI:

https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6941

Palavras-chave:

síndrome pré-menstrual, manifestações clínicas, saúde da mulher, qualidade de vida, fisioterapia

Resumo

Introdução: A Síndrome Pré-Menstrual (SPM) é considerada um conjunto de manifestações clínicas (físicas, emocionais e comportamentais) na fase lútea que cessam com a menstruação. A literatura contemporânea descreve que sua etiologia envolve oscilações hormonais (estrogênio/progesterona) com efeitos metabólicos significativos causadores do desenvolvimento da patologia, o que impacta diretamente na qualidade de vida cotidiana dessa população. Evidências apontam que a fisioterapia atua como um método não farmacológico, tendo em vista tratar, não apenas os sinais e sintomas, mas também sua causa funcional. Objetivo: Identificar os métodos de avaliação e demonstrar as implicações das intervenções fisioterapêuticas na saúde das mulheres portadoras de SPM. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura com busca em bases eletrônicas, seleção por triagem de títulos e resumos e leitura. Foram utilizados 12 estudos originais e revisões publicadas nos últimos quatorze anos, nas línguas inglesa e portuguesa. Resultados: Pode-se verificar que a SPM é classificada em subtipos A, C, D e H, tendo o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) como forma grave; o diagnóstico é clínico, com duração dos sintomas de 5 a 14 dias antes do fluxo, remissão com a menstruação e prejuízo funcional, com PSST (Ferramenta de Triagem dos Sintomas Pré-Menstruais) para triagem e DRSP (Registro Diário da Gravidade dos Problemas) para monitoramento. As intervenções fisioterapêuticas com evidências incluem exercícios de Kegel, drenagem linfática manual, técnicas de relaxamento e educação em saúde, além de reeducação postural. Todavia, a escolha de tais recursos baseia-se na anamnese e em exames clínicos.  Conclusão: A SPM é uma patologia prevalente entre mulheres mais jovens, em idade reprodutiva, e possui uma gama de sinais e sintomas. A fisioterapia, nesse sentido, apresenta-se como um método válido e eficaz para o tratamento de tais manifestações clínicas.

 

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Publicado

2026-06-01

Como Citar

DALPOZO, C. M., GROTTO, G. E., OLIVEIRA, H. N. de, NOVAES, J. V. de S., PESTANA, K. C. C., COSTA, E. D. M., & SANTOS, M. D. dos. (2026). INTERVENÇÕES FISIOTERAPÊUTICAS NO MANEJO DA SÍNDROME PRÉ-MENSTRUAL: IMPLICAÇÕES NA SAÚDE DA MULHER. ANAIS DO FÓRUM DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO UNIFUNEC, 16(16). https://doi.org/10.24980/aficf.v16i16.6941

Edição

Seção

CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS