DROGADIÇÃO E TRANSICIONALIDADE: INTERVENÇÃO PSICANALÍTICA

Autores

  • Bárbara Castro Pecinelli CÉFALO
  • Alexandre dos Santos

DOI:

https://doi.org/10.24980/rfcm.v6i8.2859

Palavras-chave:

Transicionalidade, Dependência, Drogadição

Resumo

Para um desenvolvimento satisfatório, a criança necessita de uma sustentação ambiental que viabilize conquistas de tarefas tí­picas do desenvolvimento rumo a um ser integrado e de uma confiança firmada no vínculo com a mãe, para que possa ser suportada sua falta nos processos de dependência rumo à independência relativa, bem como na fase de transicionalidade. Perturbações ocasionadas por um ambiente intrusivo poderão acarretar uma incessante busca a objetos que possam suprir o ego do sujeito. Estabelecer um bom contato com o mundo interno e externo, isto é, com os próprios sentimentos e com os que os cercam, é uma difícil tarefa encontrada por uma significativa parcela de dependentes químicos, em decorrência disto objetivou-se relacionar a drogadição humana a possíveis falhas nos processos de dependência absoluta e transicionalidade defendidos por Winnicott. Neste sentido, o desenvolvimento da pesquisa realizou-se por meio de uma revisão integrativa, utilizando-se de periódicos cientí­ficos indexados na base eletrônica do LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) sendo restringido o uso de publicações do período entre 2006 a 2016. De acordo com os resultados obtidos, conclui-se que tal teoria contribui na visualização de falhas na maturação, que possibilitará ao analista atender as necessidades do paciente.

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Publicado

2018-03-21

Como Citar

CASTRO PECINELLI CÉFALO, Bárbara; DOS SANTOS, Alexandre. DROGADIÇÃO E TRANSICIONALIDADE: INTERVENÇÃO PSICANALÍTICA. UNIFUNEC CIENTÍFICA MULTIDISCIPLINAR, Santa Fé do Sul, São Paulo, v. 6, n. 8, p. 132–146, 2018. DOI: 10.24980/rfcm.v6i8.2859. Disponível em: https://seer.unifunec.edu.br/index.php/rfc/article/view/2859. Acesso em: 26 abr. 2026.