BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS NO SEGMENTO FAST- FOOD: ASPECTOS HIGIÊNICOS E SANITÁRIOS, UMA RELAÇÃO INTRÍNSECA COM A SEGURANÇA ALIMENTAR
Palavras-chave:
Unidades produtoras de refeição, Fast-food, Segurança alimentar, Manual de boas práticasResumo
É visível o aumento da quantidade de estabelecimentos comerciais fast-food no Brasil, sendo que esta crescente é fruto de instabilidades econômicas as quais o país sofreu nos últimos anos. O desemprego maciço dos brasileiros com a migração da zona rural para a urbana fez com que se tornasse mais acelerado o surgimento dos estabelecimentos comerciais fast-food como fonte de renda autôoma, os estabelecimentos foram criados sem nenhum rigor sanitário que garantisse a segurança alimentar, desta forma o Governo se viu obrigado estabelecer critérios, padrões e normas para garantia da segurança alimentar aos comensais.Em partes, a instituição da CVS-6/99 e RDC-216/02, normatizou o uso de um Manual de Boas Práticas de Fabricação e Procedimentos Operacionais Padronizados a fim de garantir a segurança alimentar a população, uma vez que a instituição de ambas as leis tem influência direta nas políticas de saúde pública adota pelo país, a fim de garantir melhor qualidade nos alimentos a serem consumidos pela população. Estudos constataram que a adesão às políticas públicas ainda sofrem resistências, sendo que os estabelecimentos comerciais fast-food, caracterizados com Unidades Produtoras de Refeições tem menor adesão às normas vigentes quando comparadas as Unidades de Alimentação e Nutrição, como hospitais, creches e escolas. Com isso é essencial a necessidade de aprofundar os estudos da dinâmica que norteia à adesão as normas vigentes a fim de que estas se tornem realidade em todo o âmbito dos estabelecimentos responsáveis por oferecer alimentação fora do domicílio.
