DOENÇA DE LYME NA REGIÃO DE CABEÇA E PESCOÇO: IMPLICAÇÕES PARA A ODONTOLOGIA

Autores

  • Elerson GAETTI JARDIM JUNIOR UNESP
  • Samira Ambar LINS FUNEC
  • Eni Vaz Franco Lima de CASTRO UNESP
  • Ellen Cristina GAETTI JARDIM Mestranda em Odontologia (Estomatologia). Departamento de Patologia e Propedêutica Clí­nica, Faculdade de Odontologia de Araçatuba – SP, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP).

Palavras-chave:

Diagnóstico, Doença de Lyme, Parestesia facial

Resumo

Doença de Lyme (DL) é uma alteração inflamatória sistêmica resultante da ação direta da espiroqueta Borrelia burgdorferi sobre o hospedeiro e da resposta imune a esse microrganismo. Borrelia burgdoferi transmitida pela inoculação na corrente circulatória por carrapato do gênero Ixodes, sendo mais comumente encontrada na América do Norte, Europa e Ásia. Nessas regiões atingidas, a comunidade odontológica possui conhecimento das manifestações mais comuns da doença, podendo colaborar no diagnóstico. Entretanto, no Brasil, as frequentes manifestações neurológicas periféricas e faciais, dentre elas a paralisia de Bell, alterações oftalmológicas, desordens na articulação temporo-mandibular além de parestesia de nervos alveolares superiores e inferiores passam a ser notadas. Em nosso paí­s, o diagnóstico da Doença de Lyme é baseado na apresentação clí­nica, mas a grande maioria dos casos permanece sem o adequado diagnóstico. O reconhecimento das primeiras manifestações da Doença de Lyme por profissionais de saúde é essencial para o tratamento antibiótico, impedindo a progressão da doença e permitindo um prognóstico favorável.

 

Biografia do Autor

Elerson GAETTI JARDIM JUNIOR, UNESP

Graduado em Odontologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho-UNESP (1990), Araçatuba-SP, mestrado em Ciências Biológicas (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (1994) e doutorado em Ciências Biológicas (Microbiologia) pela Universidade de São Paulo (1997). Atualmente é Professor Titular da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho-UNESP. Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Microbiologia Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: antimicrobianos, anaeróbios, controle de infecção e odontologia hospitalar

Samira Ambar LINS, FUNEC

Doutora em Odontologia pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" e Diretora Pedagógica das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul - SP (FUNEC).

 

Eni Vaz Franco Lima de CASTRO, UNESP

Doutora em Odontologia (Estomatologia) pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP).

 

Ellen Cristina GAETTI JARDIM, Mestranda em Odontologia (Estomatologia). Departamento de Patologia e Propedêutica Clí­nica, Faculdade de Odontologia de Araçatuba – SP, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP).

Mestranda em Odontologia (Estomatologia). Departamento de Patologia e Propedêutica Clí­nica, Faculdade de Odontologia de Araçatuba – SP, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" (UNESP).

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Como Citar

GAETTI JARDIM JUNIOR, Elerson; LINS, Samira Ambar; CASTRO, Eni Vaz Franco Lima de; GAETTI JARDIM, Ellen Cristina. DOENÇA DE LYME NA REGIÃO DE CABEÇA E PESCOÇO: IMPLICAÇÕES PARA A ODONTOLOGIA. UNIFUNEC CIENTÍFICA MULTIDISCIPLINAR, Santa Fé do Sul, São Paulo, v. 1, n. 1, 2013. Disponível em: https://seer.unifunec.edu.br/index.php/rfc/article/view/29. Acesso em: 26 abr. 2026.