ESTUDO COMPARATIVO DE ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS CONSIDERADOS SAUDÁVEIS
DOI:
https://doi.org/10.24980/rfcm.v3i5.1577Palabras clave:
Alimento industrializado, Ômegas, Fibras, ProteínasResumen
A alimentação saudável é aquela considerada completa tanto em quantidade, quanto em qualidade, adequada em nutrientes, de procedência segura e conhecida, introduzindo mais alimentos naturais, através da ingestão de frutas, alimentos integrais, proteínas, menos gordura, bastante fibra, diminuindo assim o índice de patologias e adquirindo uma vitalidade positiva. O presente estudo tem como principal objetivo avaliar os alimentos industrializados considerados mais saudáveis, contribuindo para o conhecimento da população e consequentemente para escolhas alimentares mais inteligentes. Os alimentos que serão estudados são: All-Bran Original (Kellogg's), Barra de Cereal Hart's Natural, Cookies Good Cookies (Good Soy), Barra de proteína Whey Bar (Probiótica), Atum em Pedaços (Gomes da Costa). Por meio de uma pesquisa de campo, foram selecionados cinco alimentos industrializados que foram submetidos a uma avaliação de rótulo e como complemento do trabalho foi realizada uma revisão de literatura. Esses alimentos foram selecionados por conter grande quantidade de fibras, proteínas e Ômega 3. As fibras proporcionam mais saciedade e tornam a absorção mais lenta, auxiliando na perda de peso. As proteínas são macronutrientes construtores que ajudam na renovação tecidual, inclusive para os indivíduos que buscam a definição da musculatura. Os ácidos graxos Omega 3 são gorduras poliinsaturadas formadas pelos ácidos EPA (ácido eicosapentaenêico) e DHA (ácido docosahexaenoico), que agem na defesa do sistema imunológico, na prevenção e do tratamento de doenças cardiovasculares e pulmonares. Com isso, conclui-se que a ingestão desses alimentos traz diversos benefícios se comparados com outros, que são os "tradicionais" e que não possui quantidade de fibras, proteínas e ácidos graxos essenciais consideráveis.
Citas
ALMEIDA, A. F. Biologia educacional: noções Fundamentais. 14. ed. São Paulo: Nacional. 2009.
BARBOSA, C. H. ; ANDREAZZI, M. A. Intolerância é lactose e suas consequências no metabolismo do cálcio. Revista Saúde e Pesquisa, v. 4, n. 1, p. 81-86, jan./abr. 2011. Disponível em: < http://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/saudpesq/article/view/1338>. Acesso em: 28 abr. 2014.
BRASIL. Lei no 10.674, de 16 de maio de 2003. Obriga a que os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de controle da doença celíaca. Diário Oficial [da] União. Brasília, DF, 16 de maio 2003. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.674.htm>. Acesso em: 22 abr. 2014.
CAMARA, M . C. C. et al. A produção acadêmica sobre a rotulagem de alimentos no Brasil. Rev Panam Salud Publica, v.23,n.1,p.52-58, 2008. Disponível em: <http://www.scielosp.org/pdf/rpsp/v23n1/a07v23n1>. Acesso em: 29 abr. 2014.
COZZOLINO, S. M. F.; COMINETTI, C. Bases bioquímicas e fisiológicas da nutrição nas diferentes fases da vida, na saúde e na doença. Barueri, SP: Manole, 2013.
ESCOTT-STUMP, S. Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. Barueri, SP: Manole, 2007.
FERREIRA, R. M. S. et al. Cookies sem glúten a partir da farinha de sorgo. Archivos latinoamericanos de nutricion, Paraná, v.59, n.4, 2009. Disponível em: <http://www.alanrevista.org/ediciones/2009-4/art12.asp>. Acesso em: 25 abr. 2014.
FREITAS, D. G. C.; MORRETI, R. H. Caracterização e avaliação sensorial de barra de cereais funcionais de alto teor proteico e vitamínico. Cienc. Tecnol. Aliment., Campinas, v.26, n.2, p.318-324, 2006. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/cta/v26n2/30179.pdf>. Acesso em: 27 abr. 2014.
LOBO, A. R; SILVA, G. M. L. Amido resistente e suas propriedades físico-químicas. Rev. Nutr. Campinas, v.16, n.2, 2003. Disponível em:
<http://www.dieteticai.ufba.br/Temas/CEREAIS/AMIDO%20RESISTENTE%20PORTUGUES.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2014.
LOTTENBERG, A. M. P. Importância da gordura alimentar na prevenção e no controle de distúrbios metabólicos e da doença cardiovascular. Arq Bras Endocrinol Metab, v.53, n.5, 2009. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/abem/v53n5/12.pdf>. Acesso em: 27 abr. 2014.
MARTINS, M. B. et al. Propriedades dos ácidos graxos poli-insaturados - Ômega 3 obtidos de óleo de peixe e óleo de linhaça. Revista Instituto Ciências da Saúde, São Paulo, v. 26, n. 2, p.153-156, 2008. Disponível em: <http://www.unip.br/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2008/02_abr_jun/V26_N2_2008_p153-156.pdf > Acesso em: 27 set. 2014.
MATTOS, L. L.; MARTINS, I. S. Consumo de fibras alimentares em população adulta. Rev Saúde Pública, São Paulo, v.34, n.1, p.50-55, 2000. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsp/v34n1/1381.pdf>. Acesso em: 27 abr. 2014.
MENDONÇA, R. T. Nutrição: Um guia completo de alimentação, práticas de higiene, cardápios, doenças, dietas, gestão. São Paulo, SP: Rideel, 2010.
NILSON, E. A. F. N; JAIME, P. C.; RESENDE, D. O. Iniciativas desenvolvidas no Brasil para a redução do teor de sódio em alimentos processados. Rev Panam Salud Publica, v.43, n.4, p. 287-92,2012. Disponível em: <http://www.scielosp.org/pdf/rpsp/v32n4/07.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2014.
PAES, S. R. Conhecimento nutricional dos praticantes de musculação da secretaria de estado de esporte do distrito federal. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, São Paulo. v.6. n.32. p. 105-111, 2012. Disponível em: <http://scholar.google.com.br/scholar?q=conhecimento+nutricional+dos+praticantes+de+musculação+da+secretaria+de+estado+de+esporte+do+distrito+federal>. Acesso em: 24 abr. 2014.
PRADO, I. S.; MELLO, P. L. Função do elemento sódio no organismo humano. Centro universitário franciscano- UNIFRAN, 2012. Disponível em: <http://www.unifra.br/eventos/sepe2012/Trabalhos/6270.pdf>. Acesso em: 25 set. 2014.
