ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM DETENTOS

Autores

  • Maira Luana dos Santos de MARIA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec
  • Rosângela Fátima da COSTA Centro Universitário de Santa Fé do Sul - Unifunec

Palavras-chave:

Ansiedade, Detentos, Depressão

Resumo

No sistema carcerário, os seres humanos se tornam um número, perdem a individualidade, autonomia e ainda podem desenvolver, transtornos mentais. Por serem privados de liberdade e do convívio social e estarem em um ambiente hostil, podem ter desencadeadas reações de risco para sua saúde mental. O homem é um ser complexo que está em constante transformação e os detentos, como tal, ao serem tratados com dignidade e humanização têm uma chance maior de ressocialização. Esta é uma pesquisa quantitativa descritiva que tem como objetivo investigar a prevalência dos níveis de sintomas depressivos e ansiosos desenvolvidos por 13 detentos do sexo masculino com faixa etária entre 20 e 60 anos, que sabem ler e escrever, e cumprem pena em regime fechado em um estabelecimento penal de segurança média de um município localizado no interior do Mato Grosso do Sul, bem como contextualizar transtornos depressivos e transtornos ansiosos através de revisão integrativa e caracterização do indivíduo pesquisado. Essa pesquisa foi realizada através de visitas ao estabelecimento penal e com aplicação de questionário sócio demográfico para levantamento de dados da população pesquisada, e aplicação das Escalas de Aaron Beck: BDI - Inventário Beck de Depressão e BAI - Inventário Beck de Ansiedade. O resultado obtido pela população no protocolo BDI foi de 38,46% nível mínimo e 30,77% nível leve, no protocolo BAI 69,23% nível mínimo e 23,08% um nível leve. A pesquisa realizada aponta que é mínima a prevalência de sintomas depressivos e ansiosos na referida população carcerária.

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Publicado

2018-12-10